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Especialistas eleitorais exigem medidas para enfrentar o déficit de uma democracia digital

Reino Unido, Londres - Outubro 18, 2016 – Aproveitar os benefícios da tecnologia pode fortalecer a democracia e fortalecer seus eleitores, de acordo com um relatório divulgado hoje pelos reconhecidos especialistas que fazem parte do Conselho Assessor Internacional Eleitoral (IEAC).

O relatório, denominado “O futuro das eleições”, consta de sete ensaios escritos por especialistas com renomada experiência na execução de alguns dos mais complexos projetos eleitorais no mundo inteiro. Bem como defendem – com valiosos dados – o uso da tecnologia para resolver os desafios que enfrentam as democracias globais, vários dos ensaios demonstram como as tecnologias de votação e registro já revolucionaram processos eleitorais em países tais como as Filipinas, Índia, Nigéria e África do Sul.

Em seu ensaio “Inovando a democracia digital no mundo”, Richard Soudriette baseia-se na sua experiência como presidente fundador da Fundação Internacional para Sistemas Eleitorais (IFES) para explicar por que as democracias em todo o mundo devem investir mais na modernização de suas tecnologias de votação –utilizando exemplos devastadores, como aquela eleição de 2000 nos Estados Unidos e seus famosos “hanging chads”; e mencionando as recentes experiências do Brasil, Índia e Estônia que demonstraram com sucesso a relação entre o uso da tecnologia e a confiança do eleitorado.

Com financiamento adequado, Soudriette afirma que a tecnologia de votação pode:

  • Melhorar a integridade e segurança das eleições, comparado ao tedioso e vulnerável sistema manual de apuração de votos;
  • Aumentar a participação em grupos demográficos específicos (como nos Estados Unidos, onde apenas 38% dos votantes entre 18-24 anos votaram em 2012, comparado com 69,7% dos votantes maiores de 65 anos);
  • Cumprir com as crescentes necessidades da democracia em todo o mundo.

    Lord Mark Malloch-Brown, presidente da Smartmatic, disse que as “eleições livres e justas são a coluna vertebral de qualquer democracia”.

    “Esta coletânea de ensaios provém de alguns dos mais destacados especialistas eleitorais em todo o mundo. Eles oferecem uma perspectiva única sobre o que se necessita para executar uma eleição efetiva, dividindo ideias sobre o panorama eleitoral global e como aumentar a participação. É uma leitura obrigatória para qualquer pessoa preocupada pelos desafios democráticos que enfrentam tanto os países em desenvolvimento quanto os desenvolvidos”.