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A automação e os desafios da comunidade eleitoral internacional

Pointe aux Piments, 8 de junho de 2013. – A organização de processos eficientes e transparentes de votação é um dos grandes desafios enfrentados pelos organismos eleitorais no século XXI. Felizmente, a automação, uma tendência mundial irreversível, está fornecendo respostas específicas para cada um desses desafios.

Para discutir esses temas, os membros das comissões eleitorais de vários países ao redor do mundo e provedores de tecnologias que visam facilitar a organização e a condução dos processos eleitorais se reuniram em Maurício.

Esta reunião, o 6º Simpósio Internacional de Assuntos Eleitorais, ocorreu entre os dias 27 e 29 de maio e foi o quadro ideal para uma produtiva troca de experiências.

Os benefícios da automação eleitoral em todas as suas fases; a importância do voto eletrônico, seus fundamentos, vantagens e desafios; a biometria como uma ferramenta para garantir o princípio de “um voto por eleitor”; software de gestão eleitoral; o valor agregado das urnas eletrônicas – estes foram alguns dos temas discutidos.

Entre as palestras, destaca-se uma sobre os sistemas de votação em todo o continente asiático, apresentada por Aziz Yusof, presidente da Comissão Eleitoral da Malásia, e Helen G. Aguila-Flores, diretora executiva adjunta da Administração da Comissão Filipina de Eleições.

Uma das apresentações mais importantes do simpósio, centrada na importância da automação e do voto eletrônico, foi feita pelo presidente da Smartmatic Ásia-Pacífico, César Flores.

Eduardo Correia, vice-presidente da unidade Negócios Eleitorais da Smartmatic, divulgou os benefícios da automação em todas as fases do ciclo eleitoral em uma das várias oficinas interativas. É importante destacar que hoje a tecnologia oferece opções para melhorar a eficiência e a transparência de cada processo que compõe uma eleição.

Um assunto interessante discutido nas diversas oficinas foi a experiência recente de Gana durante as eleições nacionais de 2012. A nação africana adotou a tecnologia biométrica para registrar seus eleitores e posteriormente verificar suas identidades no dia da eleição.

A educação eleitoral também esteve presente nas conversas: o assunto foi abordado por Charles Lasham, diretor de Assuntos Eleitorais do ICPS (International Centre for Parliamentary Studies [Centro Internacional de Estudos Parlamentares]), que também ficou encarregado de encerrar o evento.