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Eleições municipais Venezuela 2013: Auditorias

1. Teste de engenharia, 15 setembro
Revisão da preparação operativa e a tolerância de falhas da plataforma de transmissão de resultados.

2. Auditoria do sistema biométrico, 14-18 outubro
Confirma que não existe relação entre a ordem na qual as impressões digitais dos votantes são captadas e a sequência na qual são armazenados seus votos, garantindo portanto o mandado constitucional do sigilo do voto.

3. Auditoria do software da urna de votação, 14-18 outubro
Verifica que o software executado na urna de votação realiza o cadastro de votos, sua apuração e transmissão de forma certa.

4. Simulação de votação, 20 outubro
Teste nacional de todos os elementos tecnológicos e logísticos do sistema, tais como seria usado da eleição.   

5. Auditoria do software de apuração, 26 outubro - 1 dezembro
Auditoria do código fonte do software que corre nos servidores do centro de totalização; isto é importante por ser ali onde são consolidados os resultados parciais, onde são decididos os vencedores e gerados os resultados finais.  

6. Auditoria do processo de ensamblado da urna de votação, 29 outubro – 30 novembro
Verifica que o código previamente certificado durante a auditoria de software seja o mesmo código instalado nas urnas. Também se faz a revisão das urnas para certificar que elas estão operando da forma em que foram definidas. Isso abrange a seleção randomizada de um número de urnas (pré-selecionadas pelos partidos políticos) antes de realizar uma simulação de votação com elas a fim de revisar seu perfeito funcionamento.
 
7. Auditoria da infraestrutura de votação, 27-29 novembro
Revisa a plataforma tecnológica e a estrutura das urnas de votação. Uma urna é aberta na presença dos representantes dos partidos políticos, para que possam verificar que cada um dos seus componentes é necessário para a eleição e que não existem elementos secundários ou externos que pudessem realizar ações não relacionadas (ou contrárias) com o processo de votação.  

8. Auditoria pré-envio, 1° dezembro
Teste completo do processo de votação, incluindo a votação, a transmissão de dados, a apuração e uma auditoria final usando os comprovantes de votação nas urnas eleitorais. Tudo acontece na presença de representantes dos partidos políticos.  

9. Auditoria de telecomunicações pré-eleitoral, 6 dezembro
Demonstra que as redes usadas para transmitir os resultados, no dia das eleições, funcionam adequadamente (trata-se de uma rede particular usada somente para a eleição, totalmente isolada da internet).

10. Verificação cidadã, fase I, 8 dezembro
Depois o encerramento das eleições, os cidadãos revisaram os comprovantes de votação e as atas de votação impressas pelas urnas para garantir que a vontade popular fosse corretamente representada. A auditoria foi baseada em uma amostra randomizada de mais de 50% das urnas de votação.  

11. Auditoria de telecomunicações pós-eleitoral, 9 dezembro
Verifica que a rede de telecomunicações usada tivesse a mesma configuração antes e depois da eleição, para evidenciar que nãos foram realizadas alterações durante o processo de votação.  

12. Auditoria da transmissão dos resultados eleitorais, 7-9 dezembro
Técnicos dos partidos políticos revisaram toda a infraestrutura de votação (servidores e componentes de comunicações), albergados nos centros de data usados para a apuração dos votos.  

13. Verificação cidadã, fase II, 13 dezembro
Técnicos do Conselho Nacional Eleitoral e os partidos políticos verificaram que as eleições dos votantes, refletidas nos comprovantes de votação, correspondessem com as atas de votação usadas nos centros de dados para a apuração de votos, depois da transmissão da data eleitoral no dia dos comícios. Esta auditoria foi feita em 1% dos centros de votação, selecionados ao acaso.